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setembro - 30 - 20093 COMMENTS
Camisetas Bacanas para Gente Descolada
Coleção “Para Beber&Brigar”
É com imenso prazer que anunciamos a primeira coleção de camisetas da BlocoSe7e.
Com o slogan “Camisetas Bacanas Para Gente Descolada”, apresentamos a temática “Para Beber & Brigar”.
Para entender melhor veja o conceito dessa coleção etílica.
Conceito
A temática dessa coleção é baseada na vida dos bares e das ruas da cidade de São Paulo. Inspirada por bandas como Matanza, Rock Rocket e várias outras, tentamos captar o espírito etílico e brigador que existe em todos.
É o uniforme Hooligan obrigatório pra quem quer fazer cara de malvado e não sabia como.
Logicamente, não estamos incentivando a violência e o alcoolismo. Essa coleção apenas tenta passar de maneira bem humorada nossa visão de situações, infelizmente corriqueiras em nossa sociedade.
Pense que usar as peças desse vestuário é uma forma de protesto e questionamento a esses caras que medem seu órgão genital pela quantidade de álcool que ingerem e pela quantidade de cicatrizes que carregam.
Não seja um idiota, viva sua vida de maneira produtiva.
E ao contrário das bebidas alcoólicas, use essas camisetas sem moderação!
Em breve disponibilizaremos aqui no site a venda dos produtos e também em algumas lojas de São Paulo, enquanto esperamos a burocracia, aprecie alguns modelos e cores que você usará em breve!
Todas as camisetas são feitas de malha de algodão fio penteado 30/1 e estampas emborrachadas feitas na melhor estamparia de São Paulo.
Se Correr Apanha Mais!
Tamanhos disponíveis: PP, P, M e G
Murder Strike
Tamanhos disponíveis: M e Polo Algodão: P
Holy Beer
Tamanhos disponíveis: PP, P, M e G – Baby Look: P, M e G
Cervezas Heladas, Mujeres Calientes
Tamanhos disponíveis: PP, P – Baby Look: M e G
Entre em contato através do email blocosete@blocosete.com.br e escolha o seu modelo e tamanho ou pelos comentários do post!
Todas as camisetas, independente do tamanho custam R$ 25,00 (Apenas Vinte e Cinco Malandros!)
Postado por blocose7e Em
setembro - 30 - 2009ADD COMMENTS
Depois de um bom tempo sem postar nada relevante, por problemas pessoais, voltamos com a entrevista de um dos maiores e mais polemicos artista da música brasileira: Nenê Altro.
Numa extensa e proveitosa matéria, Nenê Altro fala com a sinceridade de sempre sobre a carreira da banda que tem mais consistência do que a maioria das bandas do mainstream.
Confira essa entrevista feita por email.
A Frequência de Cafés Gelados é a Antítese de Um Dia Comum.
Existem bandas que são incontestáveis, mesmo se você não gosta, respeita. Com tantas polêmicas, histórias controversas, fases neuróticas e mais amenas e uma carreira com 06 CDs, 01 split e 01 DVD lançados, a última coisa que se pode falar do Dance of Days é que essa uma banda de sucesso passageiro.
Num cenário onde as bandas surgem todos os dias e copiam fórmulas batidas, com fãs que endeusam sucessos de uma semana, o Dance of Days consegue se reinventar e, ultimamente, sempre aparece com um trabalho novo e relevante. E mesmo com novidades constantes, as músicas de trabalhos antigos são entoadas e pedidas em todos os shows pelo público, que parece estar em um comício comandado pelo Grande Irmão, Nenê Altro.
Para entender como uma banda se torna tão influente, conversamos com Nenê Altro, o icônico vocalista do Dance of Days.
Blocose7e – A banda já teve algumas mudanças de formação, essas alterações contribuíram ou atrapalharam o trabalho de maneira expressiva? Essa formação atual é bem consistente e já vem se mantendo há um bom tempo, essa é a formação ideal? O quanto cada integrante interfere no processo de criação?
Nenê Altro – Bom, o Dance of Days nasceu como uma necessidade pessoal minha de expressão. No início, em 1997, era um projeto meu com amigos de outras bandas. Acho que o momento que passamos em cada período, desde que a banda deixou de ser apenas um projeto, influenciou bem mais do que a formação em si. No “Six” (Six First Hits) a gente vivia um momento bem influenciado pelas bandas da Dischord e da Initial, por exemplo, isso adicionado às raízes no hardcore old school e também no som de bandas como Sunny Day Real Estate. O “História” (A História Não Tem Fim) teve contribuições dos caras sim, mas eram modestas, pois a nova formação ainda não tinha intimidade comigo para propor, participar e tal… Acabei fazendo a maioria das músicas. Aconteceu mais ou menos o mesmo no Coração de Tróia, mas aí eles já participaram um pouco mais. O Tyello principalmente. Acho que o embrião do que se tornou o Dance of Days mesmo hoje foi o Valsa de Águas Vivas. Desde esse disco começamos a desenvolver o hábito de compor juntos. E hoje, com a formação mais estável e definida que já tivemos, isso está mais forte do que nunca em nós.
Blocose7e – Mesmo com álbuns muito diferentes, tanto na composição das letras quanto na sonoridade, o DOD apresenta uma obra muito homogênea. Como se faz manter um padrão ideológico e com conteúdo relevante por tanto tempo, ainda mais lançando um álbum por ano, como vocês tem feito ultimamente?
Nenê Altro – Acho que porque a proposta básica é sempre a mesma. São letras pessoais minhas sobre um som que reflete o que realmente estamos sentindo no momento. Cada disco representa uma fase na vida da banda e, principalmente pra mim, uma fase em minha vida nas letras. Ano que vem pretendemos já lançar algo novo.
Blocose7e – Viver de música no Brasil é muito complicado, ainda mais sendo independente. Como vocês lidam com a questão financeira? Os shows são rentáveis financeiramente pra banda? Tem muito calote de pseudo-produtoras nesse meio? E o merchandising, Trama Virtual e a antiga loja na Galeria do Rock, são importantes para compor a receita da banda no final do mês?
Nenê Altro – Bom, nós somos cinco garotos de origem humilde, nascidos na classe média da periferia paulista. Só em não termos que viver apenas sob o dedo de um patrão e em ganharmos a vida fazendo o que gostamos já é uma vitória. Cada um vai se virando como pode, alguns abrindo seus negócios próprios em suas casas, outros trabalhando por aí… E a gente sempre se ajuda. Somos amigos acima de tudo. Acho que eu sou o que mais depende mesmo da banda, porque sou escritor, trabalho com produção alternativa e são profissões meio ingratas. Mas não tenho do que reclamar. Não somos ricos, mas vivemos da banda. Calotes rolam, mas tem diminuído. Consideravelmente. E a gente também foi aprendendo, entramos menos em roubadas. A Trama Virtual ajuda bastante, mas investimos quase sempre tudo na banda, em novos projetos. Merchandising pra gente sempre foi mais propaganda. Se paga e coloca a banda ao alcance da molecada. E a loja da galeria não é mais nossa. Desde que tivemos que nos dedicar integralmente aos shows e turnês fizemos uma parceria com um amigo na galeria e é ele quem tem tocado o barco.
Blocose7e – As letras do Dance of Days são muito mais elaboradas que as outras bandas, sempre cheias de referências históricas, de literatura e das fases de sua vida. Como você faz para colocar suas emoções sem torná-las rasas e sem deixá-las confusas? Acredita que o público entende o conteúdo das letras?
Nenê Altro – Bom, eu escrevo faz tempo. Desde antes do Dance. Acho que por isso tenho essa facilidade pra compor. Na hora de escrever uma letra de música eu na verdade penso totalmente em mim. É uma coisa muito minha mesmo. O principal em uma letra pra mim é sempre que ela me ajude a colocar algo pra fora, de uma maneira verdadeira e que eu entenda. Muita gente não entende de cara e acaba entendendo depois, muita gente tem interpretações próprias sobre cada letra, adapta elas a sua própria vida e, infelizmente, tem também alguns que não entendem. Mas acho que isso acontece com todos compositores.
Blocose7e – Com um público fiel e tão variado é difícil agradar a todos sempre.Concorda que tratá-los de igual para igual tanto em shows quanto na internet é o caminho para manter a popularidade da banda? Mas como lidar com os que se excedem, tanto os que acham que são seus melhores amigos ou que ficam histéricos quando os vêem, sem ser grosseiro?
Nenê Altro – É impossível agradar a todos. Eu tento ser claro sempre, mas também sou humano, erro, entro em contradição… Como todo mundo. Às vezes tem gente que não aceita que eu erre, que acha que eu sou algum tipo de super homem ou algo assim, mas eu erro sim. E erro muito. Gosto de errar, inclusive, pois só assim aprendo. Eu sou uma pessoa educada pra tratar com as pessoas. Só sou mal educado com quem ou com o que me incomoda. E sou absurdamente genioso. Mas não escondo o que sou de ninguém. Quando uma pessoa conhece bem o Dance of Days acaba também sabendo muito bem como eu sou. E eu acho isso bom. Odiaria ter que fingir. Trato as pessoas de igual pra igual porque me sinto assim para com elas. Acho que é isso.
Blocose7e – A admiração por uma banda faz com que a relação seja sempre muito íntima e as músicas passam a representar muito para os fãs, já ouviu alguém dizer algo parecido com o título “Essa Música Me Diz Tanto Que Nem Sei Como Não Tem Meu Nome” para você? E como encara uma situação dessas?
Nenê Altro – Muita gente fala pra mim sobre o quanto a banda significa em suas vidas. Acho maravilhoso e gratificante demais. E acho isso bom no sentido da música ajudar a pessoa a se descobrir enquanto indivíduo. É tudo o que eu mais desejo com essa banda. Que as pessoas se questionem sempre. Que se encontrem por si sós. Não gosto de me sentir exemplo pra ninguém. Sou uma pessoa bem difícil às vezes, não cuido muito bem da minha vida e faço muita besteira… Tenho meus ídolos também e acho legal a gente se identificar com outras pessoas, admirar trabalhos, músicas… Acho ruim quando a pessoa confunde um ídolo com um líder. Isso sempre gera decepções e na maioria das vezes é porque as próprias pessoas idealizam para o artista algo que ele não é. O fã dá muito pra banda, mas pede muito também. Eu não me incomodo porque gosto de me sentir próximo às pessoas que gostam de mim e do meu trabalho, mas tem que haver um certo limite sim. Pro bem dos próprios fãs mesmo, porque eu sou cheio de imperfeições.
Blocose7e – A cena hardcore está mais estruturada e profissional do que era antigamente? Sente saudade de alguns anos atrás quando existiam bandas com mais tempo de estrada? A cobrança era menor quando existiam outras bandas icônicas em atividade ou o DOD encara com tranqüilidade de ser uma das únicas de sua geração que continua relevante?
Nenê Altro – A cena hardcore mudou muito. Mas acho que ela continua estável, enquanto estrutura. Sempre tem momentos mais fortes e mais fracos, mas criou raízes e sobrevive por si só. Em todos seus segmentos. Já a cena independente mudou bastante. Hoje é muito mais parecida com o mainstream e, inclusive, tem muitas bandas e produtores migrando do mainstream para o independente. É estranho… Mas, pra falar a verdade, nunca fomos de ligar muito pro que acontece a nossa volta. Sempre traçamos um planejamento para o ano, nossas metas, e tentamos cumprir. Tocamos onde abrem espaço pra gente, seja num bar pequeno numa cidade distante ou num festival enorme como o Abril Pro Rock. Se sinto falta de algo daquela época é mais das bandas boas que haviam no início e que eu sabia cantar todas as músicas. Acho triste que muita gente hoje não saiba nem que elas já existiram.
Blocose7e – Muitos ligam a sua imagem diretamente ao DOD, com tantas polêmicas, principalmente ligadas à sua vida privada, os outros integrantes não se incomodam? Na entrevista que concedeu ao Wladmyr Cruz no Zona Punk, você tratou de muitos assuntos densos, como drogas, homossexualidade e grandes gravadoras. Por ter uma opinião forte e ser tão bem resolvido acha que incomoda muita gente, hipócrita e reprimida, e acaba criando barreiras para a banda?
Nenê Altro – Quando os caras começaram a tocar comigo sabiam com o que estavam lidando. E sabiam que não ia ser fácil. Mas é o que disse, somos amigos, e cada um tem sua personalidade. É como um casamento. Já me ajudaram muito quando tive meu problema com drogas e depressão, já sofreram muito também quando algumas atitudes impulsivas e estúpidas que tive atingiram a banda ao longo desses anos, mas, acima de tudo, sempre pensaram no conjunto e em como reverter a situação, em como me ajudar a passar por tudo da melhor forma possível. Sou muito grato por isso. Quanto àquela entrevista, não gosto de esconder nada. Odeio que coloquem palavras em minha boca. Por isso faço questão de ser transparente. Sou o que sou, às vezes sou bom, às vezes um lixo de pessoa, mas sou isso aí. Melhor que a pessoa saiba quem eu sou por mim e que não seja enganada por boatos e fofocas de gente que sequer me conhece. Sou muito tranqüilo pra falar de minha vida. E transparência é o que geralmente espero das outras pessoas, mas nem todo mundo cresce. Isso acaba criando algumas barreiras pra banda, como você disse, mas sei lá, acho que quem gosta deve gostar da gente do jeito que a gente é de verdade, não de uma imagem idealizada.
Blocose7e – Gostaria que você comentasse a importância dos projetos paralelos dos integrantes da banda, no amadurecimento musical e no relacionamento interpessoal. Quais são os planos futuros para o DOD no ramo musical e midiático.
Nenê Altro – Acho que cada um procura nos projetos paralelos algo que não consegue fazer com o Dance of Days. É uma necessidade natural do artista. Acho que projetos ativos mesmo hoje tem o Hiena ( Eu Serei A Hiena) do Fausto, que, pra você ver, ele não me deu um cd até hoje hahahahaha .Mas já vi ao vivo e acho legal. Ele tem o Good Intentions também. Tem o Total Terror DK, que é meu, do Tyello e do Marcelo, porque gostamos muito de tocar som punk e d-beat. Não fazíamos som assim desde que saímos do Sick Terror. E tem meu projeto solo, que é o Nenê Altro & O Mal de Caim, mais pós punk e alternativo. O Dance of Days pretende lançar um álbum novo no ano que vem e excursionar, como sempre, por todo país. Nossa mídia principal continuará sendo a Internet. Eu mesmo acabei de fazer um wordpress e acho que a galera tem gostado. Visitem: http://nenealtro.wordpress.com Atualizo todos os dias. Valeu mesmo Blocose7e pelo espaço.
Postado por blocose7e Em
setembro - 23 - 2009ADD COMMENTS
THE LEGION
O que você espera pra sua vida?
Boa comida, boa bebida, muitos amigos, sucesso, fama, poder, liberdade de expressão, controle de seu destino, bens de consumo, família unida, glórias, afirmação, verdade, motivos pra acreditar, descanso, cura?
Espero ser sincero, sereno, leal, confiável, maduro e o que mais o valha. Acreditar que a vida é muito maior que brigas descabidas e orgulho, nunca deixar o ego ser maior que o caráter. Espero ter talento suficiente para me fazer entender e ser claro em minhas convicções.
Nunca desistir e lutar até o fim defendendo meus pontos de vista, porém nunca deixar de ouvir opiniões que agreguem ao conhecimento alheio. Saber que a vida é curta para quem é muito capaz e longa demais para quem tem pouco a dizer, sabendo disso fazer tudo que tenho capacidade.
Não para ser uma lenda, apenas ser único. Se você me conhece, sorte minha. Se não conhece, azar o seu.
Estar apenas onde sou bem-vindo e comemorar à cada gole, a maravilha de estar na companhia de todos que se encaixam no mesmo padrão. Somos somente um grupo de românticos que acreditam na lei da ação-reação, você tem o que procura. E de ruim da sua pessoa nunca vou achar.
A vida é injusta, mas não para quem é correto. Às vezes controversa e desconexa, mas o que te pune pode ser um alivio pra mim.
Quando eu tiver inteligência para saber de tudo isso, posso me juntar à legião. Enquanto não tenho, me reservo ao direito/dever de continuar firme, de pé e com o escudo e a lança a postos para defender pessoas que tentam fazer de um jeito diferente. Fazer melhor.
Fazer o certo, mesmo quando tudo parece ser errado para quem é humano.
Chorar é comum quando as coisas dão errado, por isso me reservo ao direito de não derramar uma lágrima. O que você representa é muito correto e ímpar, não vale à pena lamentar. Melhor é agradecer por passar grandes momentos ao lado de um amigo tão precioso.
Humildemente me despeço. Idéias e ideais nunca morrem.
Postado por blocose7e Em
setembro - 16 - 2009ADD COMMENTS
Malandro é o Gato!
Hoje pela manhã ouvindo a rádio CBN, ouvi o Gilberto Dimenstein falando sobre o filme a ser lançado “Boca do Lixo”, na hora já fiquei na espera de ser alguma coisa relacionada a Hiroito de Moraes Joanides. E quem é esse?
Se você paga de malandrão e tem curiosidade por histórias bizarras envolvendo, cafetinagem, violência, prostituição e não conhece essa figura você não vive em sintonia com o mundo.
Numa época mais romântica onde até as historias de vida de bandidos perigosos e procurados eram mais profundas e complexas, após uma vida de perigo, Hiroito virou escritor e o cineasta Flávio Frederico comprou os direitos da autobiografia “Boca do Lixo” e transporta-nos de volta a uma outra São Paulo.
Nesse livro, Hiroito mostra que o malandro paulistano não é um personagem isolado, mas integrado a um submundo que congrega a chamada escória social, trabalhadores ou marginais. Entre os “trabalhadores”, além dos indefectíveis representantes da polícia e da imprensa (cuja relação, aliás, costumava ser estreitíssima), inúmeros artistas, sobretudo músicos, borboleteavam por ali. Adoniran Barbosa, Geraldo Filme e Germano Mathias, entre outros, imortalizaram a época em sambas inesquecíveis.
Confira um trecho do filme “Boca do Lixo”, dirigido e produzido por Flavio Frederico.
Postado por blocose7e Em
setembro - 16 - 2009ADD COMMENTS
Após a volta aos palcos o Minnuit trás esse teaser muito bem feito das gravações no C4 Estúdios. Produção de primeira qualidade. Realmente essa volta promete ser a melhor fase da banda.
Acompanhe o vídeo:
Quando as bandas começarem a encarar os seu trabalho de maneira profissional, organizada e menos propaganda e mais ação, com certeza teremos mais qualidade e uma cena fortalecida.
Parafraseando os mesmos… ” Quem Não Acompanhar Vai Sentir A Queda”.
Postado por blocose7e Em
setembro - 14 - 20092 COMMENTS
Kaibori Hall – A Internet de Um Jeito Que Você Não Queria Ver
Começando mais uma vez essa nobre coluna e com algumas novidades “caros amiguinhos”. Agora esse nobre blog ao qual vocês estão lendo um pequeno “resumo” do que se passou na net essa semana mudou de fucking endereço. EBA!!! Eu finalmente criei vergonha na cara e consegui sair do “blogspot”, nada contra ele, porém ultimamente ele andava me deixando na mão. Agora o “Kaibori Hall” se tornou mais um “amiguinho” do “BlocoSe7e” e agora também é “WordPress”, e só pra ressaltar o endereço, leiam e memorizem: http://www.kaiborihall.wordpress.com
Mas caso você pense “ah seu gordo maldito, não quero memorizar nada”, tranquilo, o endereço do blogspot ainda vale e você vai continuar vendo o blog normalmente.
Mudando de assunto e partindo pra parte que realmente “interessa”: Que raios aconteceu na internet essa semana?
E eu te respondo: nada. “Opa, calma lá seu vagabundo safado, como assim nada?”
Nada oras, foi uma semana tranquila e sem brigas. Tirando o fato de que no dia 03 de setembro teve a “YouPix”, um evento com palestra sobre “Como fazer sucesso no web”, e depois uma cervejinha “batuta” pra galera que foi, eu que vos falo “Aroldo” e “Henrique” aqui mesmo do “BlocoSe7e”, fomos dar uma olhada no que afinal era esse evento, e tirando o áudio dos telões, que realmente chegou a me irritar, foi tranquilo. Segue agora dois “videozinhos”, um da folha e outro da organização do “YouPix” explicando melhor o que foi o evento:
Pois bem, voltemos com a nossa “programação normal” mostrando todas as porcarias que todo mundo adora ver, como o nosso amiguinho do vídeo abaixo que, mais desocupado que eu, resolveu fazer um, digamos, um “hadouken” só dele:
Um vídeo de um cachorrinho “batuta” que, fácil fácil, joga sinuca melhor que eu:
E agora um vídeo realmente interessante. Interessante pra você que é jornalista, pra você que faz jornalismo, ou pra você que, assim como eu, só é curioso e gosta de se informar. É um vídeo que digamos que explica resumidamente e mostra alguns fatos de um profissão que, pelo menos nos últimos cinco anos, vem tendo um destaque grande, pelo menos pra quem gosta, vive e ou trabalha com internet: Mídia Social ou Analista de Mídias Sociais. Segue o vídeo:
Eu não concordo “completamente” com o vídeo e com algumas “comparações” que ele fez. Mas uma coisa, pelo menos pra mim, é inegável, “Mídia Social” é uma profissão sim, porém assim como as outras tem sua “época de alta”, assim como fazer faculdade de “Ciências da Computação” a uns dois ou três anos atrás estava em “alta”, uma hora chega a época de “vacas magras” dela, mas enfim, é o que está na moda, então vamos falar.
Agora um vídeo um pouco “intrigante” no mínimo, nosso amiguinho “du róque” decidiu ir no programa “Ídolos” e representar a “nação roqueira”, resumindo: é dar o play e “rachar o bico” afinal, a idéia dele era nobre, já o jeito que ele a “executou” foi no mínimo “estranho”:
E agora um videozinho de uma mocinha na TPM q briga com o namorado e depois se”arrepende um pouco”:
Se fosse comigo eu também mandava a merda. “Bem time”.
E pra encerrar o post dessa semana, três vídeos “interessantes”: no primeiro um Pastor e seu “jeitinho maroto” de pregar a bíblia e bla bla bla. No segundo temos uma mocinha mais álcool e uma mesa de centro de vidro, uma combinação que já foi provada mil vezes por minha pessoa, nunca dá certo. E por fim temos a ação de um “São Paulino” esperto escapando de um sufoco “daqueles”. É só dar o play:
E encerramos o resumo da net dessa semana assim, vou tentar não “atrasar” muito o próximo como fiz com esse, e só lembrando mais uma vez: o “Kaibori Hall” mudou de endereço e agora é: http://www.kaiborihall.wordpress.com
Caso você não tenha gostado de alguma coisa que eu disse aqui, queira me xingar, ou só encher o saco mesmo, siga-me no twitter @Aroldo666 , e visite o “Kaibori Hall” pra se atualizar nas “bizarrices” e/ou se você estiver sem ter o que fazer mesmo.
Postado por blocose7e Em
setembro - 10 - 2009ADD COMMENTS
Sugar Kane de Cd novo, velhos conceitos pra uma nova geração
O Sugar Kane é uma banda geração 90/00 que não existe meio termo, ou é amada ou desprezada. São vários os fatores que contribuem para isso, o vocal de “homem”, as guitarras sempre rápidas e fiéis ao hardcore mais puro e letras que não falam de sentimentos amorosos.
Confesso que fiquei surpreso com o título do novo trabalho, “A Máquina que Sonha Colorido” espanta pela palavra colorido, pois máquina já é conhecida do bem avaliado “A Continuidade da Máquina”.
A primeira coisa que pensei foi em sintetizadores e músicas dançantes à la Cine, mas não. A estrutura do som permanece fiel a que o Sugar Kane representa. Nada de muitas novidades, o amadurecimento da banda é notório, mas ainda sinto falta de pegada no geral da banda.
Talvez soe insosso, mesmo com gritos e backing vocals bem trabalhados, melodias bem harmonizadas falta alguma coisa pra deixar a banda poderosa e destruidora. Talvez sejam as letras que deixem as músicas no meio do caminho, parece que faltam palavras, que foram economizadas para a letra se encaixar em algumas melodias.
Quando ouço as músicas desse cd sinto falta de síntese nas letras e alguns sons, algo que, por exemplo, o Zander faz e deixa as músicas diretas e fechadas. As músicas parecem contemporizar as críticas que a banda realmente quer fazer. Morde e assopra.
Isso tem deixado a “cena” chata, as principais bandas estão cada vez mais padronizadas e sem graça, algumas poucas têm coragem de fazer o que gostam e querem enquanto o restante acaba se tornando um estereótipo de qualidade e profissionalismo impar com som sem sal.
Em contraponto, a qualidade das gravações e o instrumental estão perfeitos, as participações foram bem feitas, mas sinto o cd confuso, tal qual este texto. Por falta de referências é difícil saber onde queremos chegar.
Para tentar entender e chegar a uma conclusão é bom assistir o documentário explicando o processo de gravação do “A Máquina que Sonha Colorido”.
Postado por blocose7e Em
setembro - 9 - 2009ADD COMMENTS
Após alguns dias de férias, o conteúdo volta ao seu ritmo normal. Hoje e amanhã estarão um pouco mais aceleradas para aproveitar o tempo perdido.
Depois de utilizar na última coluna “Queime Depois de Ler”, o texto de Fred Di Giacomo e este ter aprovado e não ter visto nenhum problema, volto a utilizar uma de suas resenhas publicada em seu blog Memórias de Um Perdedor.
Nesta nova edição, escolhia resenha de um livro quase didático para quem se interessa pelo contexto social pós-revolução russa. Após ler “A Revolução dos Bichos”, fui atrás de ler a biografia de Trotsky e sacramentei o meu lado na disputa contra Stalin.
George Orwell é outro autor que é ótimo, apesar da maioria dos seus leitores, além dos clássicos “A Revolução dos Bichos” e “1984”, recomendo “Lutando Na Espanha” que escancara as maiores referências pessoais para a obra desse grande escritor inglês.
George Orwell fez parte de um grupo de escritores engajados que não se prendeu apenas as palavras partindo para ação. Um grupo de escritores que viveram uma época de revoluções (principalmente a Revolução Russa de 1917 e a Guerra Civil Espanhola, mas também a Revolução Mexicana e as duas Grandes Guerras Mundiais). George abandonou seu passado burguês, seu antigo nome (Eric Arthur Blair) e foi lutar por seus ideais assim como John Reed e Ernest Hemingway. O escritor inglês se meteu na sangrenta Guerra Civil espanhola lutando no POUM (Partido Obreiro de Unificação Marxista) ao lado dos anarquistas, ao contrário da maioria dos voluntários que se alistaram nas Brigadas Internacionais, ligadas ao ortodoxo Partido Comunista Soviético. Da guerra saiu decidido por um socialismo independente, criticando duramente o totalitarismo de Stálin, essa crítica acabaria se tornando livro em A Revolução dos Bichos, publicado em 1945.
A Revolução dos Bichos é uma dura crítica ao fim levado pela Revolução Russa de 1917, à sua burocratização e sua transformação em ditadura. Não é um ataque ao socialismo em si, mas sim ao totalitarismo. Essa crítica voltaria na outra obra prima de Orwell, 1984. Publicado em 1949, esse livro retrata uma sociedade em um futuro próximo, completamente repressora, onde todas as pessoas são vigiadas pelo “Big Brother”.
Voltando a “Revolução dos Bichos”, o livro não deixou sua marca por uma linguagem ou narrativa inovadora, mas sim por sua força revolucionária, sua crítica ácida à nossa sociedade e, não só a Revolução Russa, mas a todas as revoluções que terminam com uma nova elite tomando o poder, que acabam sem o povo soberano, sem ser estabelecida a igualdade entre todos… A narrativa de Orwell é extremamente simples, concisa e jornalística, seu curto livro é contado como uma fábula moderna, na qual os animais falam e pensam. Suas metáforas são diretas: o corvo negro representa os padres, que pregam a salvação aos animais explorados e uma vida melhor (uma montanha de açúcar) àqueles que trabalharem em vida; as ovelhas representam os homens que, como um rebanho, seguem os líderes sem pensar; os porcos são os animais inteligentes que conduzem a revolução e depois acabam se tornando a nova elite (Os burocratas da União Soviética). Alguns personagens se assemelham aos líderes soviéticos, como é o caso dos porcos Napoleão (Stálin, o líder tirânico que estimula o culto a sua personalidade e persegue cruelmente seus adversários), Bola de Neve (Trotsky, como o líder perseguido, apontado como inimigo, e que tinha como intuito espalhar a revolução para todo o mundo) e Major (Lênin, o primeiro revolucionário, que passa os ensinamentos a seus subordinados, e que após sua morte tem seu corpo exposto e venerado pelos outros animais, como a múmia de Lênin na URSS).
Os animais de Orwell representam o proletário enquanto nós humanos somos a burguesia exploradora… Após a bem sucedida revolução, os bichos passam por todas as etapas conhecidas pela humanidade (a euforia, as tentativas de contra revolução e a formação de uma nova elite dominante…). No final genial os porcos vão cada vez mais se assemelhando aos humanos, no jeito de se vestir, nos hábitos, na forma de exploração e Orwell termina com a constatação: “(…) já se tornara impossível distinguir quem era homem e quem era porco.”
Postado por blocose7e Em
setembro - 3 - 2009ADD COMMENTS
Rir, Divertir e Fotografar.
Recebi há duas semanas um email onde era convidado a participar de um evento do Projeto Open File no último domingo (31/08/2009), devido a outros compromissos não pude comparecer. Mas continuei ligado para ver o que saía sobre o ocorrido.
Fui atrás do site do projeto e encontrei a definição do mesmo.
Baseado nesse conceito de coletividade e criação, aliado à tecnologia que cada um desses fotógrafos (amadores ou profissionais) possa ter, é que surgiu o projeto Open File para que esses artistas sem rótulos ou preconceitos, possam dividir experiências, fazer amigos, rir, se divertir e claro, fotografar.
Criado este ano pelos fotógrafos Andreh Santos, Sueliton Lima e Felipe Ramalho a idéia é agregar pessoas para encontros fotográficos e cada um criar o seu próprio conceito, através das lentes, do mesmo espaço comum e possam através do seu olhar, relatar seu ponto de vista através de suas criações.
Achei muito interessante, depois de ver as fotos publicadas senti vontade de ir ao próximo encontro.
Postado por blocose7e Em
setembro - 2 - 20092 COMMENTS
Suposições Sobre Círculos de Pedras
O Minnuit foi uma banda que me chamou a atenção em meados de 2005, lembro quando éramos um pouco mais jovens e passávamos os finais de semana na casa de um grande amigo, o Léo. Aquele era o nosso bunker, chegávamos sexta a tarde e só saíamos domingo à noite.
Em uma dessas reuniões regadas a muita cerveja, café, cigarros e conversas entre amigos, o Aroldo chegou com a demo de uma banda que ninguém tinha ouvido falar, o Minnuit. Confesso que éramos muito chatos e a princípio nem ligamos para ele, mas mesmo assim o bravo Aroldo colocou o cd para tocar e ouvimos em looping aquela demo por todo o final de semana. Isso ocorreu por mais umas duas ou três reuniões. E a partir daí o Minnuit ficou mais presente nas conversas, pois lançou um cd muito bem criticado e o resto é história.
Depois de um hiato de quase um ano, a banda retorna aos palcos no próximo sábado (05/09/09) e conversamos com o vocalista e guitarrista Eddu, confira essa entrevista com uma banda que conseguiu se consolidar com um som muito singular e muita personalidade.
BlocoSe7e – Como está a preparação para essa volta aos palcos, quanto tempo durou oficialmente o hiato e o que podemos esperar dessa nova fase da banda?
Estivemos afastados dos palcos por aproximadamente um ano. Tudo foi muito consciente e tomamos esse tempo para reformular as músicas, a banda, e fazer com que ela fosse uma representação fiel do que queremos tocar e transmitir. Mesmo sem estarmos tão em evidência para quem via de fora, esse foi um período de muito trabalho e realizações. Dessa nova fase podemos adiantar que todos podem esperar a mesma essência de sempre da banda, porém com uma energia renovada, novas influências, músicas antigas repaginadas, músicas inéditas, formação nova também, e muitos shows bacanas, em quantidade e qualidade principalmente.
BlocoSe7e – Passado um tempo com apenas 03 integrantes aumentou muito o espaço no palco, isso atrapalhou ou tem ajudado na execução das músicas? A adaptação da banda com a mudança de integrantes foi tranqüila ou tiveram problemas pra acertar o som?
Na verdade estamos como quarteto há algum tempo agora. Essa mudança não foi tão premeditada, mas foi bem natural, a fase de hoje é apenas uma progressão de tudo que tem acontecido com a gente, então não vemos como difícil ou obstáculo, nem pensamos tanto nisso, é apenas como somos agora. Mudança de integrante nunca é algo totalmente fácil de encarar, mas considerando as experiências que tivemos até hoje podemos dizer que sempre foram para melhor. Estamos hoje fazendo o som que temos vontade e nos dá prazer, então fica tudo certo.
BlocoSe7e – O que foi mais difícil, a maturação da banda entre a demo de 2004 e o “Catarsis” ou essa reformulação para a volta agora em 2009?
Não sei se diria difícil, pois, como falei anteriormente, tudo tem sido bem natural para o Minnuit. Entre a demo e o Catarsis rolou essa maturação, como você disse, mas de uma forma bem expressa, rápida. Estávamos preocupados em tocar, fazer os shows, divulgar nosso som, e nos acostumando a ser uma banda. Essa reformulação de 2008-2009 foi um pouco mais consciente, mas igualmente trabalhosa. São fases importantes da nossa curta história das quais nos orgulhamos muito.
BlocoSe7e – O cd “Catarsis” de 2006 foi muito bem aceito por público e pela crítica, aquela foi uma época de consolidação de diversas bandas da cena underground, hoje vocês acreditam que ainda existe espaço para um som mais maduro e pesado como aconteceu naquela época?
Quero acreditar que sim! Hehe. Independentemente do tipo de som, é bom ver bandas fazendo algo com sinceridade e mostrando algo novo, coisas que trazemos conosco desde sempre. Por melhor ou pior que esteja o cenário musical, underground ou não, se surge algo com qualidade, alguém sempre vai querer ouvir.
BlocoSe7e – Como avaliam a passagem pela Travolta, foi proveitosa e o resultado pra banda foi satisfatório?
A entrada na Travolta fez parte de uma fase importante para a banda. Pudemos lançar nosso primeiro cd – Catarsis, 2006 – por um selo que, apesar de novo, já despertava interesse de quem se interessava pelo que estava rolando na nova música independente, sendo também selo de bandas como Ludovic, Envydust e Eu serei a hiena.
BlocoSe7e – A internet com as redes sociais, blogs e correlatos é a melhor maneira de uma divulgação massiva para as bandas, mas existe uma fidelização concreta dos fãs? Como vocês trabalham com essa ferramenta para criar um público que consuma além das músicas, outros produtos que gerem receita como camisetas, CDs, etc.?
A internet é um ótimo meio de comunicação e divulgação para o Minnuit e para qualquer banda atualmente. Utilizamos praticamente todos os canais que conhecemos e achamos isso muito importante para manter contato direto com os fãs e alimentar de informação quem procura saber mais sobre a gente. A internet aboliu a noção de espaço e distância, se lançamos uma música ou um vídeo novo, em minutos alguém que mora a centenas de kilômetros de São Paulo já pode ter acesso a esse material, e se mais pessoas como essa gostarem, mais possível fica um show nessa região. E é isso que vale no fim das contas.
BlocoSe7e – A banda tem algum apoio ou patrocinador? Qual a importância desses parceiros no desenvolvimento do Minnuit?
Nunca tivemos nenhum patrocinador ou apoio desse tipo. Contamos mesmo com o apoio de amigos que dão uma força e fãs que pedem mais shows, músicas novas e notícias da banda. Para esse ano estamos fechando algumas parcerias bacanas que logo mais divulgaremos.
BlocoSe7e – O que vocês têm ouvido de bom ultimamente de bandas? Alguma banda tem inspirado a criação das músicas novas?
Cada um da banda tem suas influências e gostos bem particulares, o que, na soma, ajuda a criar a identidade da banda como ela é, e dificulta responder essa pergunta – risos -. Radiohead, Minus the Bear, The Mars Volta, Dredg, Tim Maia Racional, Augustus Pablo, Miles Davis são algumas coisas que lembro agora de nossas referências, que vão das várias vertentes do rock ao jazz, da música brasileira ao dub, e por aí vai.
BlocoSe7e – O que têm projetado pro futuro do Minnuit? Quais as expectativas e o que tem a dizer aos fãs?
Queremos tocar muito por São Paulo e por lugares que ainda não fomos para mostrar nosso show para o máximo de pessoas que quiserem conhecer o Minnuit nesta nova fase. Estamos lançando uma nova página no Myspace, com duas músicas novas (Artefato e Helvétia) que fazem parte do EP Horizontes Verticais e gostaríamos que todo mundo ouvisse e nos contasse o que achou! Depois de um breve hiato – como comentamos em um comunicado oficial faremos no próximo sábado 05/09, nosso show de retorno aos palcos – com músicas novas, músicas antigas repaginadas e nova formação! – e convidamos todos a comparecer no Outs e dividir esse momento com a gente. Temos também outra surpresa engatilhada, mas quando ela ficar pronta avisamos.
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