Wednesday, September 8, 2010

Jimmy Eat World doa música para campanha beneficente

Postado por blocose7e Em março - 31 - 2010 ADD COMMENTS

O Jimmy Eat World postou a versão ao vivo da música “A Sunday”, faixa originalmente gravado no full-lenght Clarity. A faixa está disponível para streaming gratuito e para baixá-la é necessário fazer uma pequena doação para ajudar na educação de crianças pobres.

Essa campanha faz parte do Twestival que tem como objetivo utilizar as mídias sociais como ferramentas de cooperação. Saiba mais sobre a campanha aqui.

Vários artistas doaram suas faixas, para ouvi-las é só clicar aqui.

Por Ikie Arjona

BlocoSe7e Staff

Ouça a Música Nova do Sick Of It All

Postado por blocose7e Em março - 31 - 2010 1 COMMENT

Já que o Sick Of It All não vêm ao Brasil, nada melhor do que ouvir a música nova“Lowest Common Denominator”, que faz  parte do álbum “Based On A True Story“ e tem previsão de lançamento para o próximo dia 20 de abril.

Por Ikie Arjona

BlocoSe7e Staff

City and Colour lança EP

Postado por blocose7e Em março - 31 - 2010 1 COMMENT

O City And Colour, projeto paralelo de Dallas Green (Alexisonfire), colocará à venda em edição limitada o EP chamado Live at the Orange Lounge no próximo dia 17 de abril para a Record Store Day (Somente disponível para o Canadá, portanto corra para o ebay). A cópia digital estará disponível para download em 20 de abril no mundo inteiro.

São duas músicas do primeiro CD Sometimes e mais quatro do segundo trabalho, Bring Me Your Love.

Veja o tracklist:

1. Forgive Me
2. Against The Grain
3. Waiting…
4. What Makes A Man?
5. Comin’ Home
6. Save Your Scissors

Por Ikie Arjona

BlocoSe7e Staff

Isso Aqui Não É Gibi! #03

Postado por blocose7e Em março - 31 - 2010 4 COMMENTS

Did you miss me?  HELL NO!

Esse é um dos caras mais folgados do universo dos quadrinhos, já teve a moral de enganar o demônio mais de uma vez, parece o Sting, teve uma banda punk, fuma que só o CAPETA (olha o trocadalho do carilho!) e é mais uma invenção da cabeça maluca maravilhosa do meu inglês predileto Alan Moore,vulgo véio barbudo, matusalém , mago doido etc. etc. etc.

E para continuar nossa saga COMICS VS MOVIES, aí vai!

HELLBLAZER

Eu disse que ele era forgado!

John Constatine fez a sua primeira aparição na revista Monstro do Pântano, de 1985, que foi assumida por Moore para elaborar um novo roteiro para a história, já que a revista estava para ser cancelada. Constantine aparece pra dar uma ajuda pro Monstro, mas apenas como coadjuvante, depois de um ano ganhou sua revista própria, HELLBLAZER.

Constantine é um grande conhecedor de assuntos demoníacos, magia negra, ocultismo e que na maioria das vezes usa todo esse conhecimento para o bem (pro seu propio bem).

Sempre tá metido em alguma briga com um demônio fujão ou algum anjo mais folgado do que ele. Com enredos sempre muito bem escritos em que na maioria, ele sempre se fo**  tentando manter um demônio fora do nosso plano. É mais um classico dos quadrinhos destinado ao público adulto com arcos¹ que renderam alguns encadernados bem legais lançados por aqui.

¹ Sequência de histórias que mantém trama única.

Já passou nas mãos de roteristas renomados do universso das HQ’s como Garth Ennis (Preacher, The Boys) , Neil Gaiman (Sandman, Coraline), Grant Morrison (Batman – Asilo Arkhan, Homen Animal), Brian Azzarello ( Coringa , 100 Balas) .

Mas foi da cabeça de Garth Ennis com o arco Hábitos Perigosos que saiu a base do roteiro do filme que tentou adaptar essa obra para o cinema. Na história, Constantine está morrendo de câncer  por fumar 3 maços de cigarro por dia desde os 15 anos Ikie? Mas não está muito a fim de morrer porque sabe bem que vai direto pro inferno! E como ele mesmo disse, voce não ia querer ir pra uma prisão aonde você prendeu a maioria dos meliantes (leia-se demônios, bruxas, monstros, etc.) certo?

Indico HELLBLAZER pra você menino e menina que gosta das histórias de uma certa serie de tv cujo os irmãos Winchester protagonizam, e reparem em alguma semelhança ok!

O filme:

CONSTANTINE

Dirigido por Francis Lawrence, diretor que também é responsável por Eu Sou A Lenda e por alguns videoclipes, como Bad Romance da Lady Gaga! O filme não se chamou HELLBLAZER por ser muito parecido com HELLRAISER – sabe aquele filme do cara que tem um monte de pregos na cara e usa uma roupa de couro sinistra? – decidiu-se escolher o nome do personagem principal, Constantine.

John Constantine é interpretado por Keanu Reeves, que como vocês podem ver não se parece em nada com o verdadeiro John. Reeves conseguiu em alguns momentos do filme captar o mesmo humor negro inglês e o toque foda-se que Constantine tem nos quadrinhos, mas ficou devendo e muito no quesito aparência. Constantine é inglês, loiro e usa um sobretudo amarelo que não tira nunca, no filme ele é americano, moreno e de sobretudo preto!

O filme peca nesses aspectos de fidelidade ao quadrinho, mas tem algumas coisas bem legais como Gabriel ser interpretado por uma mulher, a ótima Tilda Swinton e o diabo por Peter Stormare que é um ator com cara de capeta! E uma coisa que eu não sabia, a parte do gado morrendo não é de mentira, eles fizeram o gado desmaiar atirando calmantes nas pobres vaquinhas, pensando bem isso não é legal!

Por essas e outras o filme foi odiado pelos fãs do quadrinho, mas foi muito bem nos cinemas e foi sucesso de público e crítica. Minha opinião se resume a isso: Bom filme, péssima adaptação.

Por André Tomaso

BlocoSe7e Staff

Matt Rubano deixa o Taking Back Sunday

Postado por blocose7e Em março - 30 - 2010 ADD COMMENTS

O baixista Matt Rubano anunciou que deixou o Taking Back Sunday. Rubano havia entrado na banda em 2003 substituindo Shaun Cooper e participou de todos os CDs a partir de Where You Want To Be. Por ironia do destino Rubano será substituído por seu antecessor Shaun Cooper… vai entender né.

Veja a nota de despedida retirada do site oficial da banda:

Depois de sete anos estou triste em anunciar que não tocarei mais baixo no Taking Back Sunday. Gostaria de agradecer Adam, Eddie e Mark por terem me dado essa incrível oportunidade que mudou minha vida.tenho orgulho das músicas que fizemos junto e curti cada momento.E para os fãs do Taking Back Sunday, não há nada que eu possa dizer para expressar o que sinto por vocês.Literalmente, foi um sonho que se tornou realidade e vocês foram parte deste sonho. Estou feliz por ter conhecido e feito amizade com muito de vocês. Sentirei falta de todos.

-Matt Rubano


Por Ikie Arjona

BlocoSe7e Staff

Não Devemos Nada A Você

Postado por blocose7e Em março - 30 - 2010 ADD COMMENTS

Acaba de chegar em minhas mãos, um exemplar do livro Não devemos Nada A Você, lançado aqui no Brasil pela Edições Ideal. Pensei em fazer uma resenha bem bonita e caprichada assim que terminasse de ler, mas encontrei o release oficial feito pelo Ricardo Tibiu – dono e proprietário do zine e do site Chiveta – e achei que nada mais poderia ser feito.

Por tanto deixo com vocês o Release oficial.

Faça você mesmo, afinal você não deve nada a ninguém!

Não existe uma didática que ensine como ser punk. Para ser médico ou advogado é preciso passar pelo processo natural: estudo, faculdade, graduação, pós, residência/estágio, concurso etc. Para ser punk basta vocação. Não se aprende na escola, não está nos livros… Opa, não estava!

A Edições Ideal acaba de fazer seu primeiro lançamento internacional, “Não Devemos Nada A Você – Punk Planet: Coletânea de Entrevistas”, do original “We Owe You Nothing – Punk Planet: The Collected Interviews”. O livro saiu em 2001, via Akashic Books, trazendo um apanhado com 24 entrevistas publicadas na revista norte-americana Punk Planet, consideradas essenciais por seu editor Daniel Sinker, que as escolheu entre 300 outras.

Em julho de 2007, a revista encerrou suas atividades aos 13 anos e 80 edições, em novembro o livro foi reeditado ganhando nova introdução de Sinker e seis entrevistas mais.
“Não Devemos Nada A Você” não é um manual de como ser punk, mas ele mostra que dentro do termo cabem muito mais ideais, pensamentos e atitudes que se poderia supor.

Há conversas fantásticas, de verdadeiros ícones, gente que ajudou a mudar e a moldar a história da música independente e serviu de referência para jovens (músicos ou não) no mundo todo. Caso do desbravador Ian MacKaye, que do final dos anos 70 até hoje está envolvido com o Do It Yourself sem precisar da ganância (e cifras) das grandes gravadoras. Para fugir disso ele montou a dele, Dischord, e influenciou diferentes gerações que o acompanham por suas diversas empreitadas: Teen Idles, Minor Threat, Embrace, Fugazi e, mais recentemente The Evens.

O livro também traz outros nomes de peso que romperam a fronteira do punk e a grande mídia viu-se obrigada a conceder um espaço em seus veículos. Como Jello Biafra, o emblemático vocalista do Dead Kennedys e proprietário do selo Alternative Tentacles, que fala de política, dos “novos punks” Green Day e Offspring, cutuca o engajamento inofensivo de Eddie Vedder, do Pearl Jam, e ainda cita o Brasil na conversa.

Thurston Moore é daqueles casos de unanimidade: amado por crítica e público. O guitarrista/vocalista e seu Sonic Youth transitam com passe livre há quase três décadas por terrenos variados – do punk rock ao pop mainstream, passando pela música avant-garde. É divertido vê-lo confidenciar (segredo até para seu companheiro Lee Ranaldo) de que banda famosa ele roubou riffs por um bom tempo.

Kurt Cobain, finado líder do Nirvana, comparece através de citações de gente que trabalhou com ele ou o influenciou. Como o carrancudo produtor Steve Albini – um dos responsáveis pelo hoje clássico In Utero (1993), que deixa claro sua aversão às grandes gravadoras e modernidades na hora de trabalhar – e Bob Mould num longo depoimento sobre seus cultuados grupos (Hüsker Dü e Sugar), seus experimentos eletrônicos, homossexualismo, carreira solo, blog etc.
São raros os grupos que mesmo com constante troca de formação, mantenham-se ativamente com a mesma intensidade e sem que isso tire o crédito ou a qualidade de sua obra. O Black Flag é uma dessas preciosidades; é a banda de hardcore cuja importância e o amor de seus admiradores são imensuráveis a ponto de talvez ser o logotipo mais tatuado na história do gênero. “Não Devemos Nada A Você” saciará aos seguidores (que carregam o sentimento por essa lenda marcado na pele) através das conversas com seus principais personagens: o “dono” Greg Ginn, o baixista Chuck Dukowksi, os dois primeiros vocalistas, Keith Morris e Dez Cadena, a baixista Kira Roessler, o baterista Bill Stevenson e o mais celebrado vocalista, Henry Rollins. Cada um dá sua visão do que passou, então é possível que em determinado momento você ame um personagem que no depoimento seguinte vire o vilão e te faça odiá-lo. Se é para criticar e pegar pesado, eles fazem, e por mais que sejam ídolos, eles têm defeitos; são seres humanos, logo erram!

No geral, o livro exala sinceridade, capta momentos em que os entrevistados sentem-se confiantes ao falar para um veículo que coloca as palavras como foram ditas – Sinker explica isso na introdução – não há texto corrido, são perguntas seguidas de resposta: jamais a interpretação do que foi dito. Quando era para ser ácido, o entrevistado foi, então ao longo das páginas o leitor encontrará picuinhas, fofocas e rusgas que talvez nem pudesse supor. A entrevista com o Jawbreaker é um bom exemplo. Extremamente cultuado no underground, o trio californiano pulou fora desse cenário ao assinar um contrato com uma major (Geffen) e viu tudo ruir. Do sonho de poder passar o tempo que fosse no estúdio caríssimo à rejeição do disco (Dear You, de 1995) por seu público e brigas que chegaram às vias de fato durante uma turnê com o Foo Fighters.

Depois do fim, o baterista Adam Pfahler abriu uma videolocadora, tocou em pequenas bandas e fundou o selo Blackball Records, o baixista Chris Bauermeister entrou no Horace Pinker, mas optou por continuar os estudos, obtendo Ph.D. em História, e o guitarrista/vocalista Blake Schwarzenbach chegou a escrever para a revista Spin, depois formou o elogiado Jets To Brazil. Separadamente eles colocam tudo para fora, da ingenuidade e alegria do começo ao triste fim culminando em cusparadas e agressões físicas entre eles.

Dentro do punk, no começo dos anos 90, um movimento mostrou o poder das mulheres, o riot girl. Ligado diretamente ao feminismo, seu principal expoente foi o Bikini Kill. E a conversa – antes de formar o grupo dance-punk (ou electroclash) Le Tigre – com sua líder, Kathleen Hanna, começa falando exatamente do fim do grupo, sem deixar de lado as dificuldades, o preconceito dentro do próprio punk, a distorção do riot girl pela mídia e as críticas que recebeu em 1994 por aparecer no clipe de “Bull In The Heather”, do Sonic Youth. Além de seu projeto solo (sob a alcunha de Julie Ruin) e o “girl power” das Spice Girls.

O riot girl prossegue no livro através de um trio com sonoridade muito própria: o Sleater-Kinney. A baterista Janet Weiss e as guitarristas/vocalistas Carrie Brownstein e Corin Tucker falam sobre método de composição e letras, e a diferença de tocar nos lugares pequenos (do começo) para os grandes após a notoriedade que ganharam. E, novamente, o assunto de como a mídia através de jornalistas ruins pode distorcer as palavras ou os preguiçosos que simplesmente copiam os releases (alguns farão isso com esse texto, mas quem se importa?). Jody Bleyle é outro nome de fundamental importância, tanto para o riot girl quanto à luta homossexual dentro do punk, e que está nas páginas de “Não Devemos Nada A Você” por conta de sua atuação no selo Candy Ass, e nas bandas Hazel e, principalmente, Team Dresch.

O girl power é marcado ainda pela entrevista com o trio indie rock The Gossip, em 2004 antes tornar-se hype. Mesmo quem não aprecia sua música acaba simpatizando com a vocalista Beth Ditto, o guitarrista Nathan Howdeshell e a baterista Kathy Mendonca, que falam com tamanha simplicidade que beira o ingênuo – como ao contar da influência opressora da religião de onde vieram, no Arkansas, até a raiva que sentem quando os colocam no mesmo “bolo” de White Stripes e Yeah Yeah Yeahs.

A diversidade punk reflete nas páginas: Negativland [colagens, samples, gravadora própria, polêmica com o U2]; Los Crudos [integrantes de origem latina, saíram de Chicago para rodar o mundo – Europa (onde se decepcionaram), Japão e América do Sul – cantando em espanhol, defendendo o direito dos homossexuais e lançando tudo pelo próprio selo]; o guitarrista Porcell [um dos pilares do drug free hardcore e straight edge (através das bandas Youth Of Today e Project X) narrando um acidente quase fatal com a van do Shelter (grupo Krishna-core que alcançou relativo sucesso) e sua religiosidade]; Duncan Barlow [renegou o hardcore aos 26 anos depois de tocar nos grupos Endpoint, Guilt e By the Grace of God e de desilusões ao ser espancado em um show acusado de ser “bicha”]; e Ted Leo [estreou no underground em 1989 com o Citizens Arrest, passou pelo Chisel (que chegou a tocar com Radiohead e Cranberries), The Sin Eaters, até se definir como Ted Leo/the Pharmacists].

A ação de quem está nos selos também tem destaque:

Ruth Schwartz [da Mordam, que distribuía Alternative Tentacles (Dead Kennedys), Lookout (Green Day), Kill Rock Stars (Elliott Smith), Jade Tree (Promise Ring) e Amphetamine Reptile (Melvins)], o hoje reconhecido artista gráfico espanhol Frank Kozik [fundou o Man's Ruin em 1994, inicialmente lançando somente em vinil (quando ninguém dava bola para isso) nomes como Kyuss, Hellacopters e Queens Of The Stone Age]. Articulado e com uma língua afiada ele conduz a entrevista sem medo de soar politicamente incorreto, fazendo questão de desagradar os idealistas de esquerda.

Matt Wobensmith
ajudou a criar o termo queercore, ele falou de seus selos, Outpunk (também fanzine) e Queercorps, e assim como diversos outros entrevistados falou mal da “bíblia punk” Maximum Rocknroll. Derek Hogue, do G7 Welcoming Committee Records, expõe o radicalismo do selo que ao completar 10 anos em 2007 decidiu parar de vender CDs. O motivo? Os subprodutos tóxicos que servem de matéria prima; deixando de lançá-los ajudam a diminuir o impacto da indústria fonográfica no meio ambiente.

“Não Devemos Nada A Você” dá voz também à arte independente que caminha paralelamente ao punk e ao ativismo político que está intrinsecamente ligado à música. Assim, microfones e páginas abertas para pessoas que usam o Do It Yourself como instrumento de trabalho e forma de expressão. São elas: Winston Smith [artista gráfico responsável pelo logotipo do Dead Kennedys e ilustrações de discos e cartazes], Jem Cohen [dirigiu o documentário Instrument sobre o Fugazi, e vídeos para R.E.M. e Elliott Smith], Miranda July [cineasta que saiu do underground onde fazia arte performática entre shows de bandas, para ganhar o Caméra d'Or no Festival de Cannes], Art Chantry [artista gráfico avesso às grandes corporações e computadores, fez ilustrações para Mudhoney, Nirvana, Soundgarden], Noam Chomsky [crítico severo da mídia de massa, “o oitavo autor mais citado de todos os tempos, depois de Platão”, segundo Partha Banerjee, membro da Sociedade de Jornalistas Profissionais], Mike Burkett [vulgo Fat Mike, vocalista/baixista do NOFX, cuja conversa gira em torno do site Punkvoter.com que fundou em 2004, cadastrando mais de cem mil jovens eleitores para votarem contra George W. Bush], Melissa e Trisha [integrantes do Central Ohio Abortion Access Fund, organização sem fins lucrativos que dá assistência a mulheres que buscam um aborto seguro e legal], Kathy Kelly, Jeff Severns Guntzel e Michael Bremer [membros do Vozes no Deserto, organização humanitária que tem como objetivo acabar com as sanções impostas ao povo do Iraque], Han Shan [diretor de programa da Ruckus Society, que atua com ação direta, lutando por justiça social e direitos humanos e animais, e que treina ativistas para protestos] e Jon Strange [o “rapaz de camisa branca” que em fevereiro de 1998 durante uma “audiência pública” – organizada na Ohio State University, em Columbus, Ohio e transmitida ao vivo para o mundo todo pela CNN – desconcertou a secretária de Estado, o secretário de Defesa e o conselheiro de Segurança Nacional ao questionar sobre os bombardeios ao Iraque patrocinados pelo presidente Clinton].

Como já foi dito, não há uma cartilha ou método que te faça punk. Suas ações e seu modo de agir no cotidiano podem valer mais que mil canções. “Não Devemos Nada A Você” não tem fórmulas, mas diferentes teorias que podem despertar o desejo de montar uma banda, escrever um fanzine, começar um pequeno selo, rodar um documentário, reciclar lixo… Enfim, que possam te fazer querer levantar a bunda da cadeira e fazer mais, falar menos e tentar mudar algo verdadeiramente relevante. Tá esperando o quê? Faça você mesmo, afinal você não deve nada a ninguém!

Por Ricardo Tibiu
Novembro/2009

Para comprar o Livro clique AQUI.

Ouça a Nova Música do Circa Survive

Postado por blocose7e Em março - 30 - 2010 1 COMMENT

O Circa Survive está prestes a lançar Blue Sky Noise, seu primeiro CD pela major Atlantic Records,  já liberou duas músicas para streaming ou compra online.

A mais recente é a faixa “Imaginary Enemy” e pode ser ouvida aqui na BlocoSe7e de graça!

BlocoSe7e Staff

Resenha do Melodic-O-Rama vol. 1

Postado por blocose7e Em março - 29 - 2010 3 COMMENTS

O Melodic-O-Rama começou um pouco mais cedo pra mim, acompanhado de minha senhora passei na Doombox para que ela pudesse comprar algumas camisetas e ajudar o nosso querido Shamil em seu empreendimento comercial.

Compras feitas, saímos em meio a uma chuva torrencial da Galeria Ouro Velho em direção ao Espaço Impróprio, bom que durou pouco e nem deu tempo de ficar molhado.

Com algumas várias cervejas na cabeça para quebrar o gelo, eis que sobe ao palco o Hunger United, um show curto e competente, a banda deu a mostra de que a noite prometia bons shows. Confesso que prefiro resenhar os shows de um lugar onde tenha maior possibilidade de ouvir a banda e pelo calor e dimensões reduzidas do Impróprio, fiquei na parte de cima.

Essa minha preferência é baseada em analisar as bandas pelo som e me ligar pouco em alegorias de palco.

Na sequencia, veio a maior surpresa da noite. Iron and Gold mostrou uma solidez e uma pegada no som indescritíveis, um show muito intenso e com direito a um cover maravilhoso de Misfits.

Nessa hora eu já estava bem a vontade e quase me acostumando com o calor e foi a vez do End Hits, provar aquilo que eu desconfiava. O show foi muito mais solto e definitivamente, as músicas funcionam muito bem ao vivo. Um fato interessante foi a programação dos shows estar adiantada em 25 minutos a essa altura, o que permitiu mais tranqüilidade na entrada e saídas das bandas nos intervalos.

Mesmo com uma concorrência forte do show do Extreme Noise Terror, que rolava ali perto no Inferno Club e contava com a abertura do Fim do Silencio e Ratos de Porão, o público estava de razoável pra bom.

A penúltima banda foi o Prelúdio, outra que me agradou e surpreendeu, pois não esperava que fosse tão bem ao vivo. É bom ver que essa nova leva de bandas, principalmente de hardcore melódico estão bem estruturadas e bem mais profissionais do que eram há um tempo atrás.

O encerramento e mais esperado show da noite era do Take Off The Halter, reitero que essa é a melhor banda que surgiu nos últimos tempos na cena que parecia morta. Lançando o EP “We Took Off”, que já tenho em minhas mãos e é muito bem produzido tanto musicalmente quanto graficamente.

O show muito seguro que abriu espaço para covers e sing along do público, definitivamente é um show que deve ser visto.

Pelo que foi o primeiro, devemos ter muitos outros Melodic-O-Rama. Parabéns a todos envolvidos, principalmente ao Shamil por abrir um espaço extraordinário para bandas que realmente merecem mais atenção.

Por Ikie Arjona

BlocoSe7e Staff

Essa é uma dica para quem gosta de teatro independente, veio através das reuniões do EBSP pela Silvana, que participa do grupo Teatro do Indivíduo e apresenta no bar Balaio de Gato, duas peças em sequencia inspiradas na obra de Caio Fernando de Abreu.

Veja a programação e um breve release:

“Tenho um presente para vocês, o melhor presente que posso dar: uma história bonita. E com ága mesmo, pois é real (…). Contei-a só duas ou três pessoas – trata-se de uma história meio secreta, discreta, para poucos – e se conto hoje a vocês é não apenas porque o dia é especial, mas vocês também o são para mim. Acreditem” – Caio F. 25/12/94

A partir do dia 28/03 (domingo sim, domingo não)

* Réquiem para um rapaz triste (as 18hs)
Inspirado nas personagens femininas do Caio Fernando Abreu
direção: Ivania Davi
Interpretação: Rodolfo Lima

* Epifanias 2 (as 20hs)
(livremente inspirado nas crônicas de Caio Fernando Abreu)
direção: Rodolfo Lima
interpretação: Silvana da Costa Alves, Júlio Cesar Doria e Rodolfo Lima

Serviço:

Balaio de Gato
Rua Amaral Gurgel, 253
Tel. 3222-6988
40 Lugares
Grátis
até 06/06
+ informações: 7497-4207
teatrodoindividuo@yahoo.com.br

Obs: No bar há comidinhas e bebidas, podem se servir por lá mesmo.
www.balaiodegatobar.com.br

Por Ikie Arjona

BlocoSe7e Staff

Sick Of It All Remarca Datas da Turnê Sul Americana

Postado por blocose7e Em março - 28 - 2010 ADD COMMENTS

O Sick Of It All foi obrigado a remarcar seus planos de turnê sul-americana com o Terror para uma data posterior. A banda fez a seguinte declaração sobre o assunto:
“Desculpe a todos os nossos grandes fãs sul-americanos, mas a turne que tínhamos programado com o Terror entre final de julho e início de agosto, deve ser remarcada para uma data posterior, provavelmente em 2011. Nossa agenda movimentada nos EUA e na Europa é que nos impede de fazer os shows ainda este ano. Esperamos que o Terror ainda esteja disponível para fazer a tour com a gente quando nós começamos as remarcar as datas, mas não sabemos ao certo se os calendários das bandas serão correspondentes.
Gostaríamos de agradecer a todos os promotores que marcaram os shows – tudo foi feito corretamente e seu profissionalismo é notório. Agradecemos a sua vontade de trazer-nos para tocar na América do Sul mais uma vez e estamos ansiosos para fazer isso. É importante deixar claro que este não é um cancelamento – só temos de alterar as datas da turnê para um futuro próximo.

Nós publicaremos as novas datas assim que estiverem confirmadas. Por favor, preste atenção a este espaço. Ir à América do Sul é sempre especial para nós e não podemos esperar a próxima oportunidade para tocar para todos os nossos fãs de lá novamente. ”

Um eufemismo, para cancelamente, mas a competência da Liberation nos faz acreditar que realmente vai rolar a tunê num futuro próximo.

Fonte: MySpace da Banda

Por Ikie Arjona

BlocoSe7e Staff

     

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